O Autor da Vida
Autor da Vida tu és o Cordeiro
Que se entregou naquela cruz
Por amor de mim culpado foi
Por isso tu és meu Rei
E eu que tão pouco sou
Me rendo de espírito a Ti
O meu coração tão impuro
Busca o teu perdão e o Teu profundo amor
A quem pode ser comparado Oh Senhor?
Teu amor rompe as barreiras
E traz vida a terra seca
Fazendo dela brotar a cura, a alegria e o amor
Até mesmo o mais impuro dos seres
Quando por seu amor é tocado
Por ele é transformado
Até mesmo a alma mais perdida
No amor dos seus braços
Se encontra e se calam todos os questionamentos
Todas as vozes se emudecem
E a dor que por mais aguda seja, deixa de existir
A quem pode ser comparado Oh Senhor?
Teu amor rompe as barreiras
E traz vida a terra seca
Fazendo dela brotar a cura, a alegria e o amor
Poderei eu um dia da teoria deixar
E disto tudo que escrevo provar?
Meu pedido é: Faz nascer em mim o amor que habita em Ti
Só assim serei seu e o Senhor, será meu!
Por Fábio Gomes – 27/03/09 – 20:10
domingo, 19 de abril de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Minhas Primaveras
Quantas primaveras tenho visto passar sem ao menos com elas sorrir, estando mergulhado em uma profunda agonia que atormenta e machuca, por vezes sabendo porque, mas sem ter muito a fazer. Um sorriso abafado no canto da boca, um choro contido sem saber. Querendo chorar, entretanto, sorrindo para ninguém perceber. Como poderia caminhar com está dor que teima, como poderia sorrir se quando sorrindo lágrimas saem dos meus olhos com sua teimosia de rolar.
A primavera chegou trazendo com ela as cores que os meus olhos não querem contemplar, ou não podem. Continuo buscando, muitas vezes com frieza a crueldade de viver, me alimentando de um doce veneno que mantém a vida, matando todo dia um pouco. Nas sombrias noites que tenho dormido, poderia ouvir o som de voz que gritam, sem saber a quem, pedindo socorro aos surdos. Que assim se fazem para não ter que ajudar e fadigar.
Quem são tais pessoas, loucas por si só, buscando viver em um lugar onde há morte está, buscando entender coisas que não se podem tocar. Insanidade é o que temos para tomar e a cada dia temos nos perdido em uma busca sem fim e que não sabemos jamais onde vamos parar. Dia ou noite? Que diferença faz? Primavera ou Verão? Disso já não se fala mais. São dores que se acumulam, como se acumulam os dias de nossas vidas, são feridas que doem de uma forma tão constante que se confundem com tudo, que se confundem com nada.
Que vivem confundidas entre si, morrendo e fazendo morrer a primavera de vidas e vidas que por não conseguirem mais enxergar perdem um espetáculo impar de cores e sensações que talvez demore demais a se repetir, que talvez não volte mais por aqui. São as primaveras de nossas vidas que nos fazem vibrar, são estas mesmas que nos fazem chorar com a saudade que nos causam suas lembranças.
Por Fábio Gomes – 07/01/09 – 12:30
A primavera chegou trazendo com ela as cores que os meus olhos não querem contemplar, ou não podem. Continuo buscando, muitas vezes com frieza a crueldade de viver, me alimentando de um doce veneno que mantém a vida, matando todo dia um pouco. Nas sombrias noites que tenho dormido, poderia ouvir o som de voz que gritam, sem saber a quem, pedindo socorro aos surdos. Que assim se fazem para não ter que ajudar e fadigar.
Quem são tais pessoas, loucas por si só, buscando viver em um lugar onde há morte está, buscando entender coisas que não se podem tocar. Insanidade é o que temos para tomar e a cada dia temos nos perdido em uma busca sem fim e que não sabemos jamais onde vamos parar. Dia ou noite? Que diferença faz? Primavera ou Verão? Disso já não se fala mais. São dores que se acumulam, como se acumulam os dias de nossas vidas, são feridas que doem de uma forma tão constante que se confundem com tudo, que se confundem com nada.
Que vivem confundidas entre si, morrendo e fazendo morrer a primavera de vidas e vidas que por não conseguirem mais enxergar perdem um espetáculo impar de cores e sensações que talvez demore demais a se repetir, que talvez não volte mais por aqui. São as primaveras de nossas vidas que nos fazem vibrar, são estas mesmas que nos fazem chorar com a saudade que nos causam suas lembranças.
Por Fábio Gomes – 07/01/09 – 12:30
sábado, 3 de janeiro de 2009
Coisas da Vida
São coisas da Vida
Que por vezes nos consomem
Que por vezes nos fazem caminhar
Sem destino certo
Onde o único certo eh o incerto
Quem poderá assim viver?
Todos nós! Rumando ao desconhecido
Buscando o que nem sempre se pode achar
Por Fábio Gomes - 03/01/09 - 13:20
Que por vezes nos consomem
Que por vezes nos fazem caminhar
Sem destino certo
Onde o único certo eh o incerto
Quem poderá assim viver?
Todos nós! Rumando ao desconhecido
Buscando o que nem sempre se pode achar
Por Fábio Gomes - 03/01/09 - 13:20
Nossos Loucos Sonhos
Alguns dos nossos sonhos
São tão loucos
Que parecem impossíveis
Alguns de nossos Sonhos
São por demais parecidos conosco
Loucos na loucura que enlouquece aquele que o busca
Por Fábio Gomes - 03/01/09 - 13:13
São tão loucos
Que parecem impossíveis
Alguns de nossos Sonhos
São por demais parecidos conosco
Loucos na loucura que enlouquece aquele que o busca
Por Fábio Gomes - 03/01/09 - 13:13
Rumos Incertos, Caminhos Duvidosos
Um dia pensando, pensei que pensava
Um dia sonhando, sonhei que sonhava
Um dia caminhando, caminhei
A rumos incertos,
Caminhos tortuosos
Caminhos duvidosos
Que todos os dias tenho como meu único caminho
Por Fábio Gomes - 03/01/09 - 13:09
Um dia sonhando, sonhei que sonhava
Um dia caminhando, caminhei
A rumos incertos,
Caminhos tortuosos
Caminhos duvidosos
Que todos os dias tenho como meu único caminho
Por Fábio Gomes - 03/01/09 - 13:09
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
As 04 Lições que Tenho Aprendido
Um dia tive uma visão. Vi grandes coisas, coisas que de tão grandes, jamais poderia ousar em pensar por mim mesmo. Pensei comigo: “Coisas assim, são para pessoas grandes!”. E continuei: “e eu que sou pequeno, com coisas pequenas terei de me preocupar!”. Que visão louca! Justo a mim? Que sou gente tão “pequena” que trabalha e luta pelo pão, que padece com coisas que talvez a “gente grande" nem imagine.
Foi então que comecei a perceber que o “tamanho” de uma pessoa não está ligado ao que ela tem, com quais roupas se veste e nem muito menos está ligado ao que ele possui. Conheci pessoas ricas em suas finanças, contudo, pobres em seu espírito, em sua essência. E com isso comecei a aprender algumas das maiores lições da minha vida, sendo a primeira delas: “O Nosso tamanho é o tamanho dos nossos sonhos!”.
Daí tiramos nossa força para lutar, daí resistimos, daí ignoramos a dor que por teimosia dói, às vezes sem cessar por ignoramos tais fatos... caminhamos... Talvez a segunda maior lição que tenho aprendido: “Uma Frustração nos Cega!”. Quando buscamos nossos sonhos corremos o “risco” de “cair” o que não diz necessariamente que “falhamos”, podemos nos levantar “sacudir” o pó e continuar.
Contudo, por vezes perdemos o nosso “rumo” e começamos a andar em círculos, olhando de um lado para outro buscando um rosto que pareça familiar, entretanto, nem sempre o encontramos. Talvez a terceira maior lição que tenho aprendido: “Na solidão, vemos quem somos na essência”. Somos confrontados por todos nossos medos de uma única vez. Por este fato caímos em estado de “choque”, ficamos em um “coma” induzido pela nossa mente, até que possamos voltar e encarar cada um de nossos medos.
Deste momento em diante, todos os nossos mais íntimos medos e desejos frustrados se misturam, se mostrando bem maiores do que são, para que assim nos causem mais espanto. Então somos obrigados a escolher: “Lutar ou morrer”. Muitos de nós já morremos e nem percebemos, pois estamos tão sozinhos. A mesma batalha que faz o herói, constrói a derrota.
Talvez a quarta maior lição que tenho aprendido: “Após um longo inverno, logo vem a primavera e com ela as cores que o inverno roubou!”. Sim, não há mal que dure para sempre, não há dor que não possa ser curada. Todavia, isso dependente diretamente do tamanho dos nossos sonhos e da nossa essência. Podemos ser “pequenos”, podemos estar “frustrados”, podemos estar “sozinhos” e podemos estar também no “cinza do inverno”, mesmo assim, só seremos vencidos, se deixarmos de sonhar e sonhar grande!
Ainda que este sonhar pareça pequeno a quem vê, ou ainda mesmo que pareça grande demais e impossível, não importa! Nosso tamanho é o tamanho que tem os nossos sonhos, portanto, só nós podemos dizer que tamanho temos! Qual é o seu tamanho!
Por Fábio Gomes – 02/01/09 – 01:47
Foi então que comecei a perceber que o “tamanho” de uma pessoa não está ligado ao que ela tem, com quais roupas se veste e nem muito menos está ligado ao que ele possui. Conheci pessoas ricas em suas finanças, contudo, pobres em seu espírito, em sua essência. E com isso comecei a aprender algumas das maiores lições da minha vida, sendo a primeira delas: “O Nosso tamanho é o tamanho dos nossos sonhos!”.
Daí tiramos nossa força para lutar, daí resistimos, daí ignoramos a dor que por teimosia dói, às vezes sem cessar por ignoramos tais fatos... caminhamos... Talvez a segunda maior lição que tenho aprendido: “Uma Frustração nos Cega!”. Quando buscamos nossos sonhos corremos o “risco” de “cair” o que não diz necessariamente que “falhamos”, podemos nos levantar “sacudir” o pó e continuar.
Contudo, por vezes perdemos o nosso “rumo” e começamos a andar em círculos, olhando de um lado para outro buscando um rosto que pareça familiar, entretanto, nem sempre o encontramos. Talvez a terceira maior lição que tenho aprendido: “Na solidão, vemos quem somos na essência”. Somos confrontados por todos nossos medos de uma única vez. Por este fato caímos em estado de “choque”, ficamos em um “coma” induzido pela nossa mente, até que possamos voltar e encarar cada um de nossos medos.
Deste momento em diante, todos os nossos mais íntimos medos e desejos frustrados se misturam, se mostrando bem maiores do que são, para que assim nos causem mais espanto. Então somos obrigados a escolher: “Lutar ou morrer”. Muitos de nós já morremos e nem percebemos, pois estamos tão sozinhos. A mesma batalha que faz o herói, constrói a derrota.
Talvez a quarta maior lição que tenho aprendido: “Após um longo inverno, logo vem a primavera e com ela as cores que o inverno roubou!”. Sim, não há mal que dure para sempre, não há dor que não possa ser curada. Todavia, isso dependente diretamente do tamanho dos nossos sonhos e da nossa essência. Podemos ser “pequenos”, podemos estar “frustrados”, podemos estar “sozinhos” e podemos estar também no “cinza do inverno”, mesmo assim, só seremos vencidos, se deixarmos de sonhar e sonhar grande!
Ainda que este sonhar pareça pequeno a quem vê, ou ainda mesmo que pareça grande demais e impossível, não importa! Nosso tamanho é o tamanho que tem os nossos sonhos, portanto, só nós podemos dizer que tamanho temos! Qual é o seu tamanho!
Por Fábio Gomes – 02/01/09 – 01:47
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