A pior verdade é descobrir que aquilo que se acreditava é mentira
E que de repente as coisas não serão como se esperava
Que a mãe não terá o filho como sonhara
Que o pai, não será o pai de um filho comum
Ah! Como é estranho ser estranho!
Não estar dentro dos “padrões”, como é estranho certos olhares
Olhares recebidos daqueles que se julgam maiores e não o são
Hoje depois de algum tempo se percebe que apenas ser é bem melhor
Bem melhor do que tentar ser
Pesados fardos nos são impostos,
Pesadas cruzes colocam-se em nossos ombros
Não são meus ou teus, são fardos e cruzes alheias
Não a devemos tomar
Um dia bate a canseira do cansar
Cansar de ser apenas o que desejam que eu seja
Canseira que faz mais do que cansar
Que faz acovardar e viver como um morto
E enquanto morto desejar uma vida,
Vida que dizem que não se pode ter
Ah, morte vida morta
Eis a vida, eis os sentimentos
Eis aquilo que nos faz ser
Eis o que permitimos viver
Eis que diante de nós tudo está
Moldado, formatado, fechado
Os diferentes estranhos, vez aqui não tem
Os que pensam diferente, precisam morrer
Morrer todas as mortes possíveis
Morrer de lenta forma para que se aumente a sua dor
E para que se saiba ou que se pense que se sabe
Que não vale ser apenas você!
Molde-se aos moldes
Se torne mais um
Nada questione, não pense, são demônios em sua mente!
Este é o proceder de quem tentar ser...
Estão escolha apenas ser, ser apenas você!
Por Fábio Gomes – 13/10/08 – 02:06
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário